Por mais tolo que seja, escrevi aquilo que há em mim, aquilo em que me perco.
sábado, 10 de abril de 2010
"Quanto mais deixamos que Deus assuma o controle sobre nós, mais autênticos nos tornamos - pois foi ele quem nos fez. Ele inventou todas as diferentes pessoas que eu e você tencionávamos ser [...] É quando me viro para Cristo e me rendo à sua personalidade que pela primeira vez começo a ter minha própria e real personalidade".
C. S. Lewis
Ora, chegou a chuva :*

Adoro dias de chuva!!!
Eles trazem consigo momentos de reflexão
Nós ficamos mais próximos de nós mesmos.
Nessa frieza que nos rodeia, precisamos aquecer o coração.
Muitas coisas da nossa rotina ficam pra trás,
Pois sabemos que não a iremos concluir (a rotina).
É muito bom saber que quebramos as regras nesse dia.
Nossa visão esta tão voltada para o mundo...
Esquecemos até de pensar no mundo que existe dentro de nós!
Por isso, hoje é um dia maravilhoso para você pensar em si.
Colocar em ordem aquilo que está bagunçado,
Jogar fora coisas que só ocupam espaço,
Criar novos sentimentos, novas emoções e...
Dançar.
Aproveite esse lindo dia.
Beijo pra você :*
Segunda chuvosa...

Chuva fria
Que cai sem culpa.
Minutos que passam
Sem deixar marcas.
Gotas que molham a terra;
Gotas que são a incerteza de um belo dia.
Cada gota dessa fria chuva
Poderia ser minutos ao teu lado...
Minutos abençoados pelo amor.
Essa chuva não tem culpa
Mas desfaz um sorriso
Por saber que quando a noite chegar
Não poderei ver as estrelas
E nem dormir com a janela aberta...
Pois gotas cairiam sobre a minha cama.
Os minutos voam
E só deixam uma gota de esperança
De que essa chuva vai passar...
Chuva que está presente desde o amanhecer
E só morrerá com o anoitecer.
Chuva que expulsa as estrelas do céu.
Chuva que nos faz adormecer
E a esquecer desse
Dia de Chuva.
-Gente, não tenho certeza sobre a autoria desse poema... eu procurei um tempão e encontrei ele no blog de Luciana Novais(http://www.uniblog.com.br/alinhavandootempo). Creio que seja dela ;D Fica a Dicaa. :*
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Utopia

Noites frias sem o seu alento
Dias inteiros os quais não mais aguento
Em meu quarto sinto o tormento
Do seu cheiro que já não esqueço
Seu calor, seu corpo, uma lembrança
Seu doce sussurro delirante
Que me faz viver mais um romance,
Esquenta e apimenta meus sentidos
Realidade ou mera Utopia?
Não sei ao certo, mas realmente queria
Poder tê-lo ao meu lado essa noite
Ou apenas em mais um sonho quente.
terça-feira, 14 de julho de 2009
De quem é?

De quem é o olhar?
Que te faz sonhar, que te faz cantar,
Que te faz parar de respirar.
De quem é o olhar?
Que te faz palpitar, que te faz amar,
Que te faz a cada segundo suspirar.
De quem é o olhar?
Esse que te faz feliz,
Esse que te faz acreditar no amar,
Esse que te faz ser o que és,
Amante dos sonhos mais lindos das noites.
De quem é esse tão amado olhar?!
sexta-feira, 5 de junho de 2009
A saudade sem limites.

Saudade, será que alguém saberia ao certo o que ela significa?!
Certo dia escutei uma história, de um belo e feliz casal...
Eles eram muito felizes juntos, e as suas vidas foram construidas um para o outro.
Eles já estavam bem velhos, mas aquela certa alegria e cumplicidade que só um amor pode proporcionar, não havia morrido, e, parece que quando se vem realmente do amor, não morre.
Ele, já velho, estava com muitos problemas de saúde, e começou a sentir-se mal, foi levado as pressas ao hospital, e quando todos pensaram que ele iria melhorar, ele simplismente morreu.
Triste noite para aquela senhora, conheceu o amor, e por mais que tenham passados tantos anos juntos ( mais de 43 ), para ela foi como se tivessem vivido por apenas um dia. Daí por diante, ela começou a viver como se o mundo tivesse parado, como se sem ele nada seria bom, e na verdade não era, pra ela... ele era o verdadeiro amor! Sabe, ouvi dizer que foi um ano longo de solidão e tristeza, e depois disso, ela morreu. O mais interessante é que nada foi diagnosticado, os médicos não sabiam dizer os motivos daquele trágico fim. Os filhos abalados pelas duas percas, não conseguiam sair de dentro do lar onde foram criados, e acabaram achando uma carta que dizia assim: Filhos, minha vida inteira eu os dei amor, eu me dediquei por vocês, mas principalmente, eu amei verdadeiramente o meu querido bem, o papai. Depois que ele se foi, não consegui mais sustentar a vida que contrui com ele, não consegui mantê-la de pé sozinha, e fui criando maior tristeza dentro de mim, talvez nesse momento eu não esteja mais entre vós, mas lembrem-se:amei vocês até o fim, e principalmente, morri por não aguentar a saudade que o amor me deixou. Morri de saudades. Com carinho, a eterna mamãe. Beijos!
( Uma história verídica, com adaptações da minha imaginação. ^^ )
( Uma história verídica, com adaptações da minha imaginação. ^^ )
Débora Eduarda, a abelhinha. ;]
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